
Essa charge me foi cedida, gentilmente, pelo cartunista André Mangabeira, leitor deste blog. A sacada é ótima, o traço, idem.
Valeu, camarada.
25/06/2009

Essa charge me foi cedida, gentilmente, pelo cartunista André Mangabeira, leitor deste blog. A sacada é ótima, o traço, idem.
Valeu, camarada.
25/06/2009 at 11:54
Só faltou colocar “O Cara” que preside nosso país. Esse sim o Deus supremo do nada saber.
25/06/2009 at 12:00
Pensei no mesmo que o Zigoto. Faltou “the guy” na charge. De qualquer forma, uma ótima charge, destacando de forma devida o nosso “radical de centro”.
25/06/2009 at 12:05
Aprenderam a se defender com o Maluf.
25/06/2009 at 12:30
Sim, um bando de monstros desmemoriados.
Ocorre que a cada eleição estarão lá.
E a cada presidente eleito, seja José Rainha, Heloisa Helena ou Serra ou Dilma, precisarão deles se quiserem ter um mínimo de apoio no Congresso.
Fazer o que meu caro.
A única saída é acabar com o Senado, ou seja, com o sistema bicameral.
Pois enquanto existir o Senado, esta casa de Lordes, isto se repetirá para sempre.
Não sejamos ingênuos.
25/06/2009 at 12:45
É tanto dinheiro no orçamento daquela casa que ninguém tem controle dos desvios. Chegam a ter duas contas bancárias.
O correto seria redução no orçamento ou extinção do Senado.
25/06/2009 at 12:53
Faltou o Lula, o descobridor desse mundo no qual o Sarney pousou recentemente.
25/06/2009 at 16:32
Como já disseram aí – e muitos ainda o dirão – faltou “o cara” e, acrescento, muitas outras “caras” do Executivo, do Judiciário…Evidente que não caberiam todos na charge.
A propósito, me pergunto se nesse seu belo artigo aí embaixo o 5º e o 6º parágrafos estivessem como 1º e 2º . Coisas da comunicação, às vezes atos involuntários de quem escreve com visão sistêmica e competentemente.
Parabéns ao André Mangabeira, em que pese a ausência citada. É o nosso contexto geral político permanente, de hoje e de muitos outros “carnavais”, mas explicável: no famoso dito popular, “…enquanto houver cavalo (s), São Jorge não anda a pé…”. Nada mais real e verdadeiro.
Aliás, esperemos a qualquer momento por mais esse dito/frase de efeito do nosso “cara”, desde que lhe seja oportuno e esteja em qualquer dos lados do nosso vasto polígono político, como nunca (ou sempre?) na história deste país. É o Congresso fazendo escola. Com alunos muito mais competentes!
25/06/2009 at 16:35
Michel Temer – Eu já disse se houver venda de cota de passagens, não há dúvida que isso vai para a Corregedoria, para o Conselho de Ética, etecétera, etecétera e etecétera. ( site Congresso em Foco )
E agora Deputado Federal, hoje, PDT-RS, VIEIRA DA CUNHA,??????????????????????
26/06/2009 at 09:29
E o caso de venda das passagens aéreas no gabinete do deputado federal PDT RS VIEIRA DA CUNHA, não é caso de improbidade administrativa??????
28/06/2009 at 11:00
O prezado jornalista, tão indignado agora, não sei bem por quê, por acaso já leu isto?
Durante décadas e décadas o presidente do Senado José Sarney representou o que de mais atrasado havia na política brasileira. Por uma dessas ironias do destino, é alvo de uma campanha implacável justo no momento em que se preparava para assumir o papel de grande reformador do Senado.
É evidente que a campanha tem como alvo as eleições de 2010. Com todos seus vícios, Sarney é uma garantia de estabilidade política. Mas grande parte do diagnóstico contra o Senado foi tirado do relatório ““Revisão da Estrutura Organizacional Administrativa e Sistemática de Classificação e Remuneração de Cargos de Provimento em Comissão e Funções Comissionadas”, contratado por Sarney junto à Fundação Getúlio Vargas, para proceder a uma reforma geral no Senado.
***
O relatório é composto de 122 páginas e está disponível no site do Senado. Está dividido em duas etapas. Na primeira, apresenta um diagnóstico e uma redução de 10% na estrutura do Senado. Na segunda, um corte mais radical, depois de mapeados todos os processos.
***
Todos os problemas relatados pela imprensa constam do relatório, atos secretos do Senado, falta de controle nas contratações, hipertrofia da Diretoria Geral etc.
O trabalho distingue a área fim (Secretaria-Geral da Mesa) e área meio (sob a Diretoria-Geral). E considera que a área fim (Secretaria Geral da mesa) tornou-se refém da área meio (a diretoria geral, comandada por Agaciel Maia). Além disso, “a natureza mais política que gerencial do trabalho de supervisão da Comissão Diretora amplia a incidência de problemas de agência”. Justamente o cerne das críticas contra o Senado.
***
O trabalho propõe: “É necessário que a Diretoria-Geral volte a ser um órgão de suporte administrativo que possa, juntamente com outras unidades especializadas de suporte (comunicação e tecnologia), voltar-se ao atendimento da área fim e submeter-se ao controle da Comissão Diretora”. Ou seja, retirar os poderes que, nos últimos anos, foram acumulados por Agaciel Maia. O trabalho identificou, também, hipertrofia na alta e média direção.
***
Com base nesse diagnóstico, o trabalho propôs dois eixos principais: a) a redução de posições de direção, principalmente junto à cúpula da Instituição (secretarias e subsecretarias) e nas áreas de suporte; e b) redefinição da Diretoria-Geral, que deixa de ser o Órgão Central de Coordenação e Execução e passa a ser uma diretoria de administração no Senado Federal.
***
No desenho final, tiroteio pegou o velho político no meio do caminho tentando se converter em reformador.
29/06/2009 at 01:19
Com referência a esse belo trabalho do Mangabeira, acrescento apenas uma observação, talvez antes do tempo: a ausência quantitativa de comentários em vista dos demais itens do site, talvez pela abrangência intrínseca e real da charge.
Fenômenos da comunicação e da recepção. Ou de outra comida “com ainda mais sustância” servida por você e de demorada mas boa digestão.
02/07/2009 at 03:17
O Marconi Perigo é um golpista. Aproveitou um descuido para emplacar a CPI da Petrobrás. Honesto é que ele não é, pois tem vários processos contra ele na justiça. Bem feito. O Lula mostrou quem manda no galinheiro e deu um chega prá lá no Marconi Perigo. Sou de Goiás e conheço esta peça. O Kajuru também conhece, perguntem ao Kajuru, que adoeceu de tanto ser perseguido por Marconi Perigo, pois o Kajuru mostrava os podres de Marconi Perigo.